As férias de verão são um dos melhores momentos para a prática da leitura. Mesmo que hoje elas sejam bem mais curtas do que no passado, ... uma vez que nos velozes e pragmáticos dias atuais é raro alguém conseguir passar dois meses no mais puro ócio, não é verdade? Porém o livro segue sendo um grande e maravilhoso companheiro do tempo livre.E uma sugestão neste sentido é “O Poeta Mais Velho do mundo” (VCS Editora), na minha estréia como romancista .A obra que faz parte de uma trilogia iniciada com o livro de contos “Clube dos Solitários” (Giz Editorial), é uma excelente opção de entretenimento para aqueles que já sonham, por exemplo, com a beira da praia ou um aprazível hotel fazenda. Com um enredo que lembra um daqueles clássicos road movies, a obra gira em torno de um triângulo amoroso entre Alan Garavacchi, sócio fundador do “Clube dos solitários”, sua mulher Jane e a jovem e misteriosa Natalie. A bordo de um trailler apelidado de Júpiter 2, o trio protagoniza uma intrigante jornada em busca de prazer e liberdade. Ao som de Bob Dylan, Doors, Elis e Beatles, entre cervejas, cigarros, revistas e livros, Alan, o narradorprotagonista, descobre a crise da meia-idade entre o amor pela mulher e o desejo incontrolável por uma bela jovem com ares de Lolita. E há ainda Eduardo, um velho juiz aposentado que vive numa mansão em Itapema- SC. Viúvo, o personagem é só, e está sempre imerso na saudade da mulher falecida, até que topa com o trio e sua vida ganha novo significado.
T.S.Eliot - o poeta, o crítico, o ensaísta, o dramaturgo - encarna uma das mais estranhas e poderosas permanências literárias de nossa época. Estranha, porque foi ele, acima de qualquer outro, o escritor contemporâneo que mais conscientemente buscou, na tradição cultural do passado, o sentido de um tempo presente que, por estar sempre vindo a sê-lo, fosse também futuro; poderosa, porque sua obra, a um só tempo clássica e moderna, revolucionária e reacionária, realista e metafísica, está na própria raiz que informa e conforma a mentalidade poética de nossos dias, tendo exercido fecunda e duradoura influência sobre todas as gerações que se formaram a partir de 1930. saber mais Quarta-feira de cinzas (comentário de Ivan Junqueira publicado no livro "Poesia". Editora Nova Fronteira 1981) Prufrock and other Observations, The Egoist Ltd., Londres, 1917 Poems, The Hogarth Press, Richmond, 1919 Ara vos Prec, The Ovid Press, Londres, 1920 Th...
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